Endodontia
Odontometria na prática: localizador apical, radiografia ou os dois?
Como usar o localizador apical para definir o comprimento de trabalho, o que distorce suas leituras, quando a radiografia é indispensável e o que a evidência mostra sobre motores com localizador integrado e dor pós-operatória.
Antes de instrumentar um canal, é preciso decidir até onde a lima pode ir. Essa medida é o comprimento de trabalho (CT): a distância entre um ponto de referência na coroa do dente e o ponto em que o preparo e a obturação devem terminar [1]. O procedimento de determiná-la se chama odontometria, e o clínico tem dois recursos principais para fazê-la: a radiografia periapical e o localizador apical eletrônico. Este guia trata de dentes permanentes com rizogênese completa, isto é, com a raiz totalmente formada. Retratamento, ápice aberto e dentes decíduos aparecem apenas como alertas, porque a evidência disponível para eles é escassa.
Qual é o limite apical e por que ele importa
Perto do fim da raiz, o canal se estreita até a constrição apical, também chamada de forame menor: a região mais estreita do canal e o alvo anatômico habitual para o término do preparo [1]. Depois dela, o canal volta a se alargar até o forame apical, ou forame maior, a abertura por onde ele sai na superfície externa da raiz. Segundo uma revisão narrativa, a constrição fica em média cerca de 0,5 mm aquém do forame em pacientes jovens e cerca de 0,8 mm em idosos, e o forame fica a 0,3–0,43 mm do ápice anatômico, o vértice da raiz [1]. As médias escondem variação: a mesma revisão registra que a junção cemento-dentinária, ponto em que a dentina do canal encontra o cemento, pode ficar até 3 mm mais alta em uma parede do canal do que na parede oposta [1]. Um artigo de opinião de uma especialista em Endodontia lembra ainda que o forame nem sempre fica no vértice da raiz e que essa diferença pode chegar a 3 mm em 50% a 98% das raízes, segundo os dados que ela cita [2].
Isso tem duas consequências para a medição. A radiografia periapical é uma imagem bidimensional, sujeita a distorção e à sobreposição de estruturas anatômicas, e não mostra a constrição; quando o forame se desvia do vértice, o ápice radiográfico deixa de indicar com fidelidade a saída do canal [1][2]. O localizador também não enxerga a constrição. Ele detecta eletricamente o ponto em que a lima deixa o canal e alcança o tecido periodontal, ou seja, a região do forame; os aparelhos atuais usam múltiplas frequências, e algumas gerações se adaptam à umidade do canal [1]. Por isso o CT clínico costuma ser definido a partir da leitura de forame, com um recuo, como mostra o passo a passo adiante.
Localizador primeiro: o que os estudos comparativos mostram
Errar o limite significa deixar o preparo e a obturação curtos demais ou ultrapassar o ápice, a chamada sobre-extensão. É isso que medem os ensaios clínicos randomizados (ECRs) que compararam os dois métodos: onde o cone principal de guta-percha ou a obturação termina em relação ao ápice radiográfico. Entre os 16 estudos reunidos por uma revisão sistemática de 2025, todos em dentes permanentes com ápice fechado e sobretudo em unirradiculares, quatro eram ECRs. Neles, a proporção de comprimentos aceitáveis, segundo a tolerância definida por cada ensaio, variou de 87% a 92,1% com localizador e de 74% a 83,1% com radiografia, e dois registraram menos sobre-extensões com o localizador (2,63% contra 13,15% em um; 1,0% contra 10,7% em outro) [3]. A revisão não fez metanálise, ou seja, não combinou estatisticamente os resultados, e classificou três ECRs com algumas preocupações e um com alto risco de viés [3].
Nem todas as diferenças foram estatisticamente significativas. No ECR dos números de 1,0% contra 10,7%, com 84 pacientes e 188 canais, essa vantagem foi medida na prova do cone; na obturação final, a sobre-extensão foi de 13,1% com radiografia e 8,7% com localizador, diferença não significativa [4]. Em outro ECR, feito em clínicas gerais do noroeste da Inglaterra com dentes de dificuldade mínima ou moderada, 21 de 23 cones ficaram aceitáveis com localizador e 17 de 23 com radiografia, também sem significância; os autores pediram estudos maiores [5]. Num terceiro, com 87,0% contra 81,9% de comprimentos aceitáveis, a revisão de 2025 também não registra diferença significativa entre os grupos [3].
As revisões mais recentes não encerram a questão. Uma revisão sistemática com metanálise de 2024, com 11 ECRs, 8 deles combinados estatisticamente, estimou que a adequação, definida como cone principal a 0–2 mm do ápice radiográfico, foi cerca de 10% mais frequente com localizador (risco relativo de 1,10; intervalo de confiança de 95% de 1,03 a 1,18; 4 ECRs, 573 participantes) [6]. A certeza dessa evidência foi classificada como muito baixa. Para a acurácia, entendida como o desvio em relação a um alvo como o forame, a estimativa veio de apenas 2 ECRs, e o artigo não relata a direção de forma consistente: o resumo, a discussão e a conclusão afirmam que a radiografia foi mais acurada, mas a seção de resultados é ambígua [6]. Já uma umbrella review de 2024, isto é, uma revisão de sete revisões sistemáticas, em sua maioria de qualidade baixa ou moderada, concluiu, com baixo nível de evidência, que localizador e radiografia são igualmente válidos, e registrou que as revisões divergem entre si [7].
Onde as fontes convergem é na combinação dos métodos. A revisão de 2025 propõe um fluxo de localizador primeiro, com apoio radiográfico [3]; os autores da metanálise de 2024 veem no localizador a melhor forma de estimar o CT e reduzir exposições, mas consideram que a medida radiográfica continua crucial [6]. As duas revisões que citam a diretriz da Sociedade Europeia de Endodontia (ESE) descrevem a mesma orientação, usar o localizador e verificar com radiografia [6][1]; o texto da diretriz não foi consultado diretamente para este artigo. Um estudo citado pela revisão narrativa ilustra o ganho: a precisão para identificar a constrição foi de 84% só com o localizador e de 96% com localizador e radiografia combinados [1].
O localizador também pode poupar radiografias. Em um ECR com 66 pacientes e 151 canais, o grupo em que o CT foi definido só com o localizador recebeu em média 2,0 radiografias no total, contra 3,2 no grupo em que a medida eletrônica foi confirmada por uma radiografia de odontometria, sem diferença significativa na distância entre a ponta da obturação e o ápice radiográfico (−0,5 mm contra −0,4 mm) [8]. O autor concluiu que, nas condições do estudo, o uso correto do localizador sozinho pode dispensar radiografias adicionais para definir o CT; as revisões citadas acima vão menos longe e mantêm a radiografia como verificação [6][1].
Como usar o localizador, passo a passo
A sequência abaixo combina achados de estudos com recomendações práticas de um artigo de opinião de especialista, identificadas como tal. Ela não substitui o manual do aparelho, porque os fabricantes diferem nos protocolos de leitura. Para a instrumentação em si, veja também os artigos Preparo dos canais radiculares e Instrumentos endodônticos, aqui no site.
Passo 1, prepare o acesso. A especialista recomenda alargar o terço coronário do canal antes da odontometria [2]. O contato da lima com uma restauração metálica provoca curto-circuito e leitura incorreta, e por isso ela prefere remover essas restaurações antes do tratamento [2]; a umbrella review também lista as restaurações metálicas coronárias entre os fatores que comprometem a leitura [7]. Se a restauração permanecer, o mínimo é impedir que a lima toque o metal.
Passo 2, garanta o circuito elétrico. Posicione o clipe labial na mucosa e conecte o eletrodo à lima [2]; o mau contato do clipe é apontado como ponto fraco da medição [1]. Bateria fraca também gera erros [2].
Passo 3, controle a umidade. Sangue, exsudato, saliva e excesso de irrigante comprometem a leitura [7]. Trabalhe com o canal sem excesso de líquido e, se as leituras forem inconsistentes, seque com cone de papel e meça de novo, como sugere a especialista [2].
Passo 4, escolha uma lima que se ajuste ao canal. Limas mais justas favorecem a leitura, e o espaço entre lima e parede em canais amplos reduz a acurácia [7]; por isso a recomendação prática é usar limas de calibre maior nesses canais [2].
Passo 5, avance devagar e espere a leitura estabilizar. Para a especialista, a leitura zero, a marca de ápice, é a única medida precisa do aparelho; as barras intermediárias servem para confirmar que a leitura é estável e acompanha o movimento da lima, e um zero que pisca de forma errática não é confiável [2].
Passo 6, defina o CT a partir da marca de ápice. Como o aparelho indica a região do forame, o CT é obtido com um recuo, e os protocolos variam. Em um estudo in vivo com 26 canais de dentes com extração indicada, 13 por aparelho, em que a posição da lima foi conferida ao microscópio depois da extração, 100% das medições na marca 'apex' ficaram a até 0,5 mm do forame maior com os dois aparelhos testados; na marca 0,5, os percentuais foram de 100% e 77%. Os autores recomendaram medir na marca 'apex' e subtrair 0,5 mm [9]. Já um estudo in vitro com 75 dentes unirradiculares extraídos e um único aparelho, em que cada leitura precisava ficar estável por 5 segundos antes do registro, encontrou leituras em sua maioria mais longas que o alvo, e o protocolo do fabricante, ir à marca 'apex' e recuar até a marca 0,5, foi o mais acurado [10]. Na prática, isso sustenta duas opções: seguir o protocolo do fabricante do seu aparelho ou medir na marca de ápice e recuar cerca de 0,5 mm, valor próximo das distâncias médias de 0,5 a 0,8 mm entre constrição e forame descritas acima [1]. É uma síntese deste artigo, não um protocolo testado em ensaio clínico.
Passo 7, mantenha o localizador durante o preparo. A especialista recomenda deixar o aparelho conectado ao longo da instrumentação para reconferir o CT; se houver exsudato excessivo, pode ser preciso colocar medicação intracanal e refazer a medida em outra sessão [2].
Passo 8, confirme com radiografia antes de obturar. A radiografia da prova do cone completa a combinação de métodos; os casos em que ela deve vir mais cedo estão descritos adiante.
Alerta para pacientes com marca-passo: segundo a revisão narrativa, na maioria dos estudos laboratoriais os localizadores testados não interferiram no funcionamento desses dispositivos, mas a recomendação é consultar o cardiologista do paciente [1].
O que reduz a acurácia do localizador
Cada item abaixo traz a situação, o efeito descrito nas fontes e a resposta prática. Quando a resposta é uma orientação de cautela deste artigo, e não um resultado de estudo, isso está indicado; a maior parte dos dados vem de dentes unirradiculares. Como referência geral, a revisão de 2025 reserva a radiografia para avaliar a anatomia, documentar, esclarecer leituras discrepantes e conduzir casos complexos [3].
Metal, líquido e circuito. Restaurações metálicas em contato com a lima, sangue, exsudato, saliva e irrigantes comprometem a leitura, e a precisão depende também do aparelho e do irrigante usado [7]; mau contato do clipe labial e bateria fraca também geram erros [1][2]. As respostas estão nos passos 1 a 3: remover a restauração metálica ou afastar a lima do metal, conferir clipe e carga, secar com cone de papel e repetir e, se o exsudato persistir, medicar e medir em outra sessão [2].
Canal amplo ou ápice imaturo. O espaço entre a lima e a parede reduz a acurácia [7]. Em forames muito amplos, equivalentes a uma lima de calibre ISO 100, a leitura se torna pouco confiável, com erros médios entre 0 e 1,03 mm nos dados reunidos pela revisão narrativa [1]. Resposta: lima de calibre que se ajuste ao canal [2] e, em ápice aberto, situação fora do escopo deste guia, apoio radiográfico.
Curvatura moderada ou severa. A acurácia caiu de 95% em curvaturas leves para cerca de 80% em curvaturas moderadas ou severas, segundo dados reunidos pela revisão narrativa [1]. Resposta, como cautela: desconfiar de leituras discrepantes e confirmá-las com radiografia, como prevê a revisão de 2025 para anatomia complexa e leituras discordantes [3].
Retratamento. Restos de material obturador e solventes podem levar a superestimar ou subestimar o comprimento [1], e a revisão de 2025 excluiu dentes já tratados, de modo que faltam dados comparativos [3]. Resposta, como cautela: tratar a leitura como provisória e confirmá-la radiograficamente.
Raiz próxima do seio maxilar. Em raízes palatinas em contato com o seio, a revisão narrativa descreve superestimação do comprimento, com risco de sobreinstrumentação [1]. Resposta, como cautela: confirmar com radiografia.
O que não parece atrapalhar: o estado pulpar. A umbrella review registra que a precisão não depende de a polpa estar vital ou necrótica [7]; a revisão narrativa aponta achados conflitantes em estudos individuais, mas cita uma revisão sistemática sem diferença entre os dois casos [1].
Quando a radiografia é indispensável
As situações abaixo são uma síntese deste artigo a partir das revisões e do artigo de especialista, não uma regra testada em ensaio clínico. O ponto fixo é a obturação: a especialista considera essencial ao menos uma radiografia de verificação antes de obturar [2], e as revisões que defendem o localizador como método principal mantêm a confirmação radiográfica [6][1]. O ECR que comparou o localizador sozinho com o localizador confirmado por radiografia de odontometria indica que, nas condições daquele estudo, radiografias adicionais durante a medição podem ser poupadas [8].
Antes da prova do cone, a radiografia passa a ser recomendável quando a leitura do localizador é instável ou incoerente, como um zero que pisca de forma errática [2], situação que corresponde às leituras discrepantes para as quais a revisão de 2025 reserva a radiografia [3]. O mesmo vale para retratamento, ápice aberto, raiz próxima do seio maxilar e curvatura acentuada, pelas razões descritas na seção anterior [1]. Em dentes decíduos, também fora do escopo, uma revisão sistemática citada pela umbrella review encontrou 69,31% das medições eletrônicas dentro de ±0,5 mm das medidas de comparação, a partir de estudos de baixa qualidade [7], o que reforça a cautela.
Fluxo de decisão para a odontometria
O fluxo a seguir resume a lógica do artigo para dentes permanentes com rizogênese completa. É uma proposta editorial, apoiada em evidência majoritariamente de dentes unirradiculares e em opinião de especialista, e não um protocolo validado.
Etapa 1: antes de medir
Verifique se o caso tem algum sinal de alerta: retratamento, ápice aberto, curvatura acentuada ou raiz próxima do seio maxilar. Se tiver, planeje desde já uma confirmação radiográfica do CT, além da prova do cone. Em seguida, prepare as condições de leitura: acesso e terço coronário preparados, metal removido ou fora do alcance da lima, clipe labial bem posicionado, bateria carregada, canal sem excesso de líquido e lima justa.
Etapa 2: a leitura
Avance a lima até a marca de ápice e aguarde a leitura estabilizar. Se ela estiver estável, defina o CT pelo protocolo do fabricante ou com recuo de cerca de 0,5 mm. Se estiver instável, seque o canal, ajuste o calibre da lima e repita. Se a instabilidade persistir, confirme com radiografia antes de prosseguir; havendo exsudato abundante, considere medicar e medir em outra sessão.
Etapa 3: preparo e obturação
Durante o preparo, mantenha o localizador conectado e reconfira o CT. Antes de obturar, faça a radiografia da prova do cone; se o cone não estiver na posição esperada, reveja o CT antes de seguir.
Motores com localizador integrado: dá para confiar na parada automática?
Alguns motores endodônticos têm localizador embutido e invertem a rotação automaticamente (auto-reverse) quando detectam o ponto programado. Um estudo in vitro de 2026 testou dois desses motores em 26 pré-molares inferiores unirradiculares extraídos, 13 por aparelho, com a parada programada no sinal 'apex' e um sistema de lima única. Tomando como referência o comprimento real até o forame maior, medido com lima sob magnificação de 10 vezes, o ponto de parada ficou em média 0,13 mm e 0,24 mm aquém, conforme o aparelho, com desvio máximo de 0,79 mm aquém do forame e sem diferença entre os aparelhos; uma segunda comparação, feita com tomografia computadorizada de feixe cônico, apontou na mesma direção [11].
O resultado tem limites claros: só dois aparelhos, um sistema de lima, um tipo de dente e 26 dentes, num modelo que não reproduz o periodonto; o método tomográfico não permitia quantificar sobreinstrumentação, e o estudo não informou a proporção de medições dentro de ±0,5 mm. Os próprios autores concluem que o CT deve ser confirmado por métodos complementares, sem depender só do ponto de parada automática [11]. Observe também que a parada programada no sinal 'apex' fica na região do forame, e não no CT recuado descrito no passo a passo [11][1]. Na revisão sistemática de 2025, os motores com localizador integrado não se mostraram superiores aos localizadores dedicados [3].
O método de odontometria muda a dor pós-operatória?
Pelos dados disponíveis, provavelmente não. Em um ECR de 2026 com 125 pacientes de 18 a 60 anos com pulpite irreversível assintomática, tratados em sessão única em dentes vitais unirradiculares com um único canal, a dor medida por escala visual analógica em 6, 12, 24 e 48 horas e o consumo de analgésicos não diferiram entre quatro localizadores e a radiografia periapical [12]. O estudo teve operador único, sem cegamento, seguimento de 48 horas e registro retrospectivo, e não avaliou acurácia; os autores concluem que o método provavelmente não influencia a dor nessas condições [12]. A metanálise de 2024 também não encontrou diferença (diferença média padronizada de 0,00; intervalo de confiança de 95% de −0,29 a 0,28; 3 ECRs, 354 participantes), com certeza muito baixa [6].
O que a evidência ainda não responde
A revisão de 2025 alerta que seus achados podem não valer para dentes multirradiculares e anatomias difíceis, porque os estudos usaram sobretudo unirradiculares; ela também excluiu retratamentos e ápices abertos, e os estudos incluídos têm amostras pequenas e risco de viés [3]. A metanálise de 2024 classificou a certeza da evidência como muito baixa, e a umbrella review avaliou a maioria das revisões como de qualidade baixa ou moderada [6][7]. Na prática, um percentual de comprimentos aceitáveis obtido em canais únicos não vale automaticamente, por exemplo, para um molar com canais curvos em retratamento. Nesses casos, a confirmação radiográfica antecipada, prevista no fluxo acima, é a opção prudente.
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Referências
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Consultar referência 12 ↗
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ABNT NBR 6023
Como citar este artigo
ODONTOLOGISTAS. Odontometria na prática: localizador apical, radiografia ou os dois? Odontologistas, 15 out. 2026. Disponível em: https://odontologistas.com.br/odontometria-na-pratica-localizador-apical-radiografia-ou-os-dois-a5c8a2e79ccb438fa1205212ba5ce1f0/. Acesso em: 15 out. 2026.

