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Cunha Distal

Em muitos casos, o tratamento de bolsas periodontais presentes na face distal de molares é dificultado pela presença de tecido hiperplásico sobre a tuberosidade ou por um espaço retromolar proeminente. A técnica facilita o acesso ao defeito ósseo e permite preservação suficiente de gengiva e mucosa, possibilitando o recobrimento com o tecido mole. Técnica descrita por Robinson, 1966: [caption id="attachment_2567" align="aligncenter" width="231"] 1- São realizadas incisões pela vestibular e pela lingual na região retromolar ou ao longo da tuberosidade, formando um triangulo atrás do molar (fonte: Lindhe, 2010).[/caption] [caption id="attachment_2566" align="aligncenter" width="251"] 2- As paredes vestibular e lingual do retalho são rebatidas, dissecadas e separadas do osso. As pontas soltas do tecido são removidas e as superfícies radiculares são raspadas e alisadas (fonte: Lindhe,2010).[/caption] [caption id="attachment_2565" align="aligncenter" width="175"] 3- Os retalhos vestibular e lingual são reduzidos em espessura por meio de incisões (linhas pontilhadas) para evitar a sobreposição das margens da ferida (fonte: Lindhe,2010).[/caption] [caption id="attachment_2564" align="aligncenter" width="162"] 4- Os retalhos encurtados no passo anterior são suturados (fonte: Lindhe,2010).[/caption] O procedimento de cunha distal pode ser modificado de acordo com as necessidades individuais.

Referências

LINDHE, J. Tratado de periodontologia clínica e implatologia oral, 5 o ed., Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2010.

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